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Ações são títulos de renda variável que oferecem resultados (ganhos ou perdas) ao investidor, de acordo com o comportamento de seus preços de mercado, as condições do setor em que se insere a empresa e a conjuntura econômica nacional e internacional.
O investidor que adquire ações obtém ganhos ao receber dividendos/bonificações/direitos de subscrição e também pela valorização do preço das ações na Bolsa. Estes fatores, por sua vez, dependerão do desempenho da empresa e de suas perspectivas futuras.O investidor que vende ações deseja obter liquidez, ou seja, convertê-las em dinheiro.
Uma ação, em geral, é vendida quando o investidor avalia que suas perspectivas a médio e longo prazo são desfavoráveis em relação a outras ações ou outros tipos de investimentos.
Embora se destaquem casos de investidores que auferiram grandes ganhos de curto prazo na Bolsa, não deve ser esta a expectativa de quem decide investir em ações.
Recomendamos, em especial para os clientes que estão iniciando seus investimentos em ações, a leitura do Guia de Orientação e Defesa do Investidor, disponível no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em Sites Afins.
O investidor pode participar do mercado acionário individualmente comprando e vendendo diretamente ações nas bolsas onde o próprio investidor administra sua carteira de títulos ou coletivamente adquirindo cotas de clubes de investimentos ou fundos mútuos de ações. No segundo caso é importante que se conheça e acompanhe as estratégias de investimentos do administrador da carteira.
Todo investidor busca a otimização de três aspectos básicos: retorno, prazo e proteção, ou seja, ao avaliar um investimento deve-se estimar sua rentabilidade, liquidez e grau de risco. A rentabilidade está sempre relacionada ao risco. Ao investidor cabe definir o nível de risco que está disposto a correr, em função de obter uma maior ou menor lucratividade.
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